quinta-feira, 7 de maio de 2009

ESTUDO SOBRE OS FACTORES DE TRANSFERÊNCIA 3 - (Cont.)

FACTOR DE TRANSFERÊNCIA E FUNÇÃO IMUNITÁRIA

Para que exista uma boa comunicação entre as células, o sistema imunitário utiliza substâncias similares às hormonas.
Os Factores de Transferência são uma dessas substâncias de comunicação imunológica descobertas recentemente.
Uma resposta imunitária não prevista pode demorar entre 10 a 14 dias a apresentar resultados. Esta demora nem sempre é saudável, como pode verificar qualquer um de nós que tenha já lutado contra uma simples constipação durante semanas.
Os Factores de Transferência podem ajudar porque apresentam características de indutor/ajudante (factores de indução) e uma função supressora (factor supressor).
O factor indutor é a componente do Factor de Transferência que transfere uma resposta imunológica madura a uma célula imatura. Está comprovado que os Factores de Transferência induzem uma resposta imunológica em menos de 24 horas. Se a resposta imunológica for demasiado activa e agir perante agentes inofensivos como o pólen ou as células do nosso próprio corpo, não é uma resposta saudável. A supressão de reacções excessivas ajuda a controlar as alergias e evita doenças auto imunes. Pelas características apresentadas, tanto o factor indutor como o factor supressor são parte integrante de uma vasta rede imuno-reguladora que mantêm em equilíbrio o nosso sistema imunitário.
O colostro (o primeiro leite materno produzido pelos mamíferos) é uma das mais ricas fontes em Factores de Transferência, onde têm como função transmitir ao sistema imunitário do recém-nascido os códigos de reconhecimento que este necessita para identificar e combater os diversos agentes hostis.
Num recém nascido a imunidade inicial estabelece-se rapidamente através do acto de amamentar o bebé. Os recém nascidos que não são amamentados apresentam constantemente uma maior susceptibilidade perante infecções e alergias. As imunoglobinas presentes no colostro podem (e por vezes fazem-no) causar reacções alérgicas noutras espécies. São a fonte da maioria das alergias ao leite de vaca em humanos.

Os Factores de Transferência não são alérgicos.
Como era de esperar desde a sua descoberta, foi comprovado que os Factores de Transferência são eficazes quer por administração oral quer por meio intravenoso.
Também se provou que a administração oral prolongada de Factores de Transferência é segura. Os recém nascidos e os idosos estão entre os grupos de risco perante as infecções e outros ataques.
A administração por via oral de Factores de Transferência é cómoda e de fácil aceitação por estes grupos etário
(continua)

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