sexta-feira, 8 de maio de 2009

ESTUDO SOBRE OS FACTORES DE TRANSFERÊNCIA 4 - Conclusão

A HISTÓRIA DOS FACTORES DE TRANSFERÊNCIA



O doutor H. Sherwood Lawrence descobriu que podia transferir uma resposta imunológica de um hospedeiro a um receptor mediante a injecção de um extracto de leucócitos. Postulou-se que o extracto possuía uma substância capaz de transferir a capacidade imunológica entre receptor e dador.
Lawrence chamou a esta substância de Factor de Transferência, termo agora usado pela comunidade científica. Foram publicados milhares de estudos científicos sobre as propriedades e utilização dos Factores de Transferência.
No início, como se estava a estudar uma nova substância, poder-se-ia esperar tudo – desde uma cura milagrosa até ao falhanço total. A promessa dos Factores de Transferência em se afirmarem como uma resposta aos nossos problemas imunológicos era demasiado boa para ser real. Na realidade várias condicionantes se apresentavam perante os cientistas que estavam a explorar as potencialidades dos Factores de Transferência. Três dessas condicionantes são especiais:


1 - A sua complexidade.


Os extractos de Factor de Transferência contêm mais de 200 Factores de Transferência individuais. Não possuem qualquer padrão químico como os medicamentos standard.
Como na natureza, a sinergia criada entre as partes é a chave. A separação dos componentes individuais de um produto natural diminui as suas propriedades e a sua eficácia. Esse perigo pairava sobre os Factores de Transferência.
A evidência da especificidade de cada componente pode ser observada na descoberta recente de duas moléculas reguladoras do sistema imunitário (IMREG I e IMREG II). Cada uma possui uma função específica para o equilíbrio do sistema imunitário.


2 - O controlo de qualidade.


Este era o segundo obstáculo a vencer. Não existia nenhuma prova de confiança que determinasse a correcta extracção dos Factores de Transferência.
O problema foi resolvido por Wilson e Fudenberg, a quem se lhes outorgou a patente pela descoberta.


3 – As barreiras convencionais


O terceiro problema está directamente relacionado com as barreiras convencionais a vencer quando se introduz um novo conceito ou quando se efectua uma nova descoberta.
Os Factores de Transferência simplesmente não encaixam nos padrões da imunologia convencional.
Podemos traçar um paralelismo entre a Idade Média e a nossa época. No séc. XIV a Peste Negra matou um quarto da população europeia. Muitas tentativas para combater a praga foram bloqueadas devido a inúmeras superstições e crenças convencionais.
Do mesmo modo, as investigações sobre os Factores de Transferência foram afectadas pelos dogmas convencionais da imunologia.
Ainda hoje este facto impede acentuados progressos em muitas áreas críticas.
Num recente simpósio internacional sobre Factores de Transferência, o Dr. D. Viza afirmou o seguinte:



'No final do séc. XX, o triunfo da biologia é inquestionável. No entanto, o triunfo da ciência biológica está longe de estar terminado. O número de vidas ceifadas por doenças como o câncer/cancro continua a crescer e a cura da SIDA continua a fugir-nos. No campo da ciência indutiva, o paradigma dominante raras vezes pode ser questionado mediante um ataque frontal, especialmente quando aparentemente atinge resultados positivos.
Só as chamadas 'revoluções científicas' podem destitui-lo. Não devemos então surpreendermo-nos com a forma algo depreciativa como foram recebidos os Factores de Transferência... a sua suposta forma de actuar contradiz os dogmas da imunologia e da biologia molecular.
Quando os factos questionam os dogmas, seja em religião, filosofia ou ciência, têm que ser reprimidos... porque questionam o paradigma dominante. Mas quando os factos estão relacionados com questões mais graves, a sua repressão deveria tomar contornos criminais. Devido ao fracasso da ciência médica em controlar a epidemia de SIDA e uma vez que Transfer Factor foi utilizado com êxito no combate a infecções virais, poder-se-ia utilizá-lo para minimizar os estragos da doença e atingir resultados muito mais satisfatórios.
Do mesmo modo que existiam evidências que sugeriam uma solução para a Peste Negra, há hoje indícios claros que indicam uma possível solução para as pragas modernas.
O fortalecimento do nosso sistema imunitário é a principal questão de saúde que enfrentamos individualmente (e também como sociedade) hoje nem dia.'

quinta-feira, 7 de maio de 2009

ESTUDO SOBRE OS FACTORES DE TRANSFERÊNCIA 3 - (Cont.)

FACTOR DE TRANSFERÊNCIA E FUNÇÃO IMUNITÁRIA

Para que exista uma boa comunicação entre as células, o sistema imunitário utiliza substâncias similares às hormonas.
Os Factores de Transferência são uma dessas substâncias de comunicação imunológica descobertas recentemente.
Uma resposta imunitária não prevista pode demorar entre 10 a 14 dias a apresentar resultados. Esta demora nem sempre é saudável, como pode verificar qualquer um de nós que tenha já lutado contra uma simples constipação durante semanas.
Os Factores de Transferência podem ajudar porque apresentam características de indutor/ajudante (factores de indução) e uma função supressora (factor supressor).
O factor indutor é a componente do Factor de Transferência que transfere uma resposta imunológica madura a uma célula imatura. Está comprovado que os Factores de Transferência induzem uma resposta imunológica em menos de 24 horas. Se a resposta imunológica for demasiado activa e agir perante agentes inofensivos como o pólen ou as células do nosso próprio corpo, não é uma resposta saudável. A supressão de reacções excessivas ajuda a controlar as alergias e evita doenças auto imunes. Pelas características apresentadas, tanto o factor indutor como o factor supressor são parte integrante de uma vasta rede imuno-reguladora que mantêm em equilíbrio o nosso sistema imunitário.
O colostro (o primeiro leite materno produzido pelos mamíferos) é uma das mais ricas fontes em Factores de Transferência, onde têm como função transmitir ao sistema imunitário do recém-nascido os códigos de reconhecimento que este necessita para identificar e combater os diversos agentes hostis.
Num recém nascido a imunidade inicial estabelece-se rapidamente através do acto de amamentar o bebé. Os recém nascidos que não são amamentados apresentam constantemente uma maior susceptibilidade perante infecções e alergias. As imunoglobinas presentes no colostro podem (e por vezes fazem-no) causar reacções alérgicas noutras espécies. São a fonte da maioria das alergias ao leite de vaca em humanos.

Os Factores de Transferência não são alérgicos.
Como era de esperar desde a sua descoberta, foi comprovado que os Factores de Transferência são eficazes quer por administração oral quer por meio intravenoso.
Também se provou que a administração oral prolongada de Factores de Transferência é segura. Os recém nascidos e os idosos estão entre os grupos de risco perante as infecções e outros ataques.
A administração por via oral de Factores de Transferência é cómoda e de fácil aceitação por estes grupos etário
(continua)

quarta-feira, 6 de maio de 2009

ESTUDO SOBRE OS FACTORES DE TRANSFERÊNCIA - (Cont.)

O QUE É O FACTOR DE TRANSFERÊNCIA?



Transfer Factor é a descoberta mais emocionante realizada na área da saúde nas últimas décadas.


Os Factores de Transferência são pequenas moléculas produzidas pelos organismos com capacidade de transmitir informação imunológica. Têm como missão transferir sinais de reconhecimento Imunológico entre as células do sistema imunitário, ajudando dessa forma a educar as células imunológicas recém criadas para o desempenho de suas funções – reconhecimento e destruição de potenciais agressões ao organismo.


Um recém-nascido, ao se encontrar repentinamente num ambiente hostil e severo, pode ser atacado rapidamente por micro organismos que destruirão essa frágil e nova vida. Para fazer frente a esse perigo, a natureza desenvolveu um mecanismo para educar rapidamente o frágil recém-nascido perante a diversidade de micróbios que existem no meio ambiente, ajudando-o a fazer a distinção entre quais são os bons e quais são os maus.


Antes de dar à luz, o organismo da futura mãe prepara um cocktail de imunizador natural presente no primeiro leite materno (o colostro). Os Factores de Transferência são uma peça chave deste processo.


O Doutor C. H. Kirkpatrick descobriu que estas moléculas são pequenos péptidos de aproximadamente oito resíduos de aminoácidos que se podem combinar para criar biliões de diferentes Factores de Transferência. Estas diminutas moléculas contêm unicamente a essência da informação imunológica. Não provocam qualquer tipo de reacção adversa e não são direccionados para uma determinada espécie. Assim, os Factores de Transferência produzidos por uma vaca são tão eficazes no ser humano como o seriam numa outra vaca.


Esta emocionante característica pode ser o início de uma revolução na medicina e originou a seguinte declaração:


'O Factor de Transferência tem um papel muito importante a desempenhar na medicina moderna, a qual, desde o aparecimento da SIDA até ao Ébola, enfrenta o aparecimento de novos vírus e o ressurgimento de velhas patologias como a Tuberculose.'


Os Factores de Transferência foram usados com êxito no tratamento das patologias relacionadas com:

Vírus Parasitas
Fungos
Doenças Oncológicas
Doenças Neurológicas
Doenças Auto imunes
Visão geral do Sistema Imunitário

O sistema imunitário é composto por mais de um trilião de células com um peso total de cerca de 1 kg. Apresenta três propriedades fundamentais:



1 – Possui a capacidade de reconhecer substâncias estranhas ao organismo, como são os vírus, as bactérias e outros parasitas.


2 – Possui a capacidade de reagir especificamente perante as características dos agentes agressores.


3 – Possui a capacidade de reter informação sobre os agentes agressores, utilizando essa mesma informação no combate a futuras ameaças.

Muitos agentes infecciosos sofrem constantes mutações, o que faz com que o nosso sistema imunitário muitas vezes não os reconheça. Esta é a razão porque somos tão vulneráveis a infecções virais como constipações e gripes. Alguns parasitas também se transformam rapidamente para fugir às nossas defesas imunológicas. Devido a este tipo de mutações, muitas vítimas da malária sofrem ciclicamente com os sintomas da doença.
Cada mutação que altera a aparência de um vírus ou parasita tem de ser combatida por uma reacção imunológica específica. No seio do sistema imunitário existem duas formas de responder perante substâncias estranhas ao organismo:

1–Reacção Imunológica Humoral, que incrementa a produção de imunoglobinas, os chamados anticorpos.


2–Resposta Imunológica Celular, ou imunidade medida por células (IMC). Esta resposta depende da comunicação estabelecida entre os vários tipos de células do sistema imunitário (Linfócitos).

(Continua)