domingo, 25 de abril de 2010

Testemunho de Utilização de 4Life em Doença de Crohn

Doença de Crohn. O que é?


A doença de Crohn (enterite regional, ileíte granulomatosa, ileocolite) é uma inflamação crónica da parede intestinal.

A doença afecta tipicamente toda a espessura da parede intestinal. O mais habitual é que se manifeste na porção mais baixa do intestino delgado (íleo) e no intestino grosso, mas pode ocorrer em qualquer segmento do tracto gastrointestinal, da boca até ao ânus, inclusivamente na pele à volta deste.
Nas últimas décadas, a incidência da doença de Crohn aumentou tanto nos países ocidentais como nos países em vias de desenvolvimento. Ocorre aproximadamente em igual proporção nos dois sexos, é mais comum entre os Judeus e tem tendência para surgir em famílias com história de colite ulcerosa. Quase todos os casos surgem antes dos 30 anos, mas a maioria começa entre os 14 e os 24 anos.
Em cada indivíduo, a doença afecta uma área específica do intestino, deixando por vezes áreas normais (áreas intercaladas) entre as zonas afectadas. Em cerca de 35 % dos que sofrem da doença de Crohn, só o íleo é afectado. Em 20 %, só é afectado o intestino grosso. E nos restantes 45 % são afectados tanto o íleo como o intestino grosso.
A causa da doença de Crohn é desconhecida.

As investigações centraram-se em três possibilidade principais: uma disfunção do sistema imunitário, uma infecção e a dieta alimentar.
ATENÇÃO - Os produtos 4Life NÃO são medicamentos nem a sua utilização evita a consulta dos médicos.Estamos a falar de suplementos que contêm FACTORES de TRANSFERÊNCIA que têm a capacidade de reforçar de forma ESPANTOSA o nosso Sistema Imunitário. E é o reforço desse Sistema que permite ao nosso organismo reagir de forma tão FORTE às agressões a que está sujeito.

Testemunho de utilização 4Life

“Foi-me diagnosticada a doença de Crohn em 1991.

Nos últimos anos sofri de dores constante no meu abdómen junto com irritabilidade e outros sintomas da doença de Crohn.

Sendo a doença de Crohn uma doença que causa inflamação intestinal, também causa desnutrição. Com a doença de Crohn, foi diagnosticado com o vírus de Epstein Barr também conhecido como fadiga crónica. Tinha que dormir várias sestas durante o dia para recuperar energias para poder desempenhar tarefas pequenas. Eu escolhi não tomar os medicamentos que me foram prescritos e procurei formas alternativas de tratamento.

Ao longo dos anos tentei muitas formas de terapias e suplementos para combater o Crohn. Até fui a um hospital em Tijuana, México para tentar um novo tratamento alternativo. O máximo alívio que conseguia, durava somente semanas.

Meço 1,82m e o meu peso tinha baixado para os 63 Kg. Simplesmente aprendi a aceitá-lo.
Em Setembro de 1998 ouvi falar da 4Life Research e Transfer Factor. Depois de tomar Transfer Factor durante 1 mês notei que dormia toda a noite sem dores nem irritabilidade. Então notei que podia comer alimentos que antes evitava, sem que me causassem dor. O meu nível de energia estava mais alto durante o dia e já não tinha de dormir sestas.
Agora decorreram 5 meses, desde que comecei a tomar o Transfer Factor juntamente com ácidos gordos essenciais e não tenho absolutamente nenhum dos sintomas da doença de Crohn. O meu peso está agora em 93 Kilos e sinto-me optimo.

A melhor parte é que agora posso desfrutar comendo alimentos saudáveis que antes não podia.” -Dave D.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Leite Materno Deve Ser Sempre Prioridade

As vantagens da amamentação são inúmeras e reconhecidas por todos, quer para o bebé, quer para a mãe. Por isso, deve ser considerado sempre como uma prioridade.


O leite materno é qualquer coisa de extraordinário. É diferente, é um alimento vivo, tem células, protege as crianças contra as infecções de uma maneira altamente eficaz”, considera o especialista do serviço de neonatologia do Hospital S. Francisco Xavier, António Honrado Lucas, exemplificando: “é impossível um bebé de dois meses, enquanto alimentado a peito, ter uma gastrite”.

O leite materno é um alimento vivo, completo e natural e as suas vantagens são múltiplas e reconhecidas, quer para o bebé, quer para a mãe. “Em termos psicológicos, até a mãe fica mais segura, sente que está a contribuir para a saúde do seu bebé”, acredita António Honrado Lucas. É consensual que a duração ideal do aleitamento materno exclusivo é de seis meses, “embora nos tempos que correm, a Organização Mundial de Saúde (OMS) aceite os três meses”.
De acordo com os especialistas, o leite da mãe tem um efeito protector entre outros, sobre as alergias, infecções gastrointestinais, respiratórias, urinárias e diabetes. Por outro lado, António Honrado Lucas acrescenta que algumas situações frequentes nestas fases, nomeadamente as cólicas abdominais, podem ser minimizadas: “embora, as cólicas sejam uma questão multifactorial, que tem que ver com o meteorismo ou o stress do bebé, sem dúvida que a amamentação é benéfica, tornando o problema menos frequente”.
Ao mesmo tempo, para a mãe facilita uma involução uterina mais precoce e associa-se a uma menor probabilidade de cancro da mama. A enfermeira do Centro de Saúde da Parede, Adelaide Órfão e responsável pela Associação de Aleitamento Materno de Portugal – Mama Mater acrescenta mais algumas das vantagens.

O leite da mãe transmite um património vivo e, por isso, para além do ponto de vista fisiológico, induz o equilíbrio neurológico, a maturação e modulação do próprio crescimento do bebé, (que compreende o desenvolvimento do intestino e que diminui todo o número de doenças associadas), e o próprio bem-estar que se reflecte na mãe”.

Alguns estudos revelam que mais de 90 por cento das mães portuguesas iniciam o aleitamento, se bem que quase metade das mulheres desistem de dar mama durante o primeiro mês de vida do lactente. É com o intuito de contribuir para aumentar as taxas de amamentação em Portugal que existe a Mama Mater.

A associação existe por duas razões. Por um lado, a OMS, com a chancela da Unicef, aconselhou a organizar cursos de apoio e promoção à amamentação e por outro, as próprias mães consideravam que através de uma associação deste tipo teriam mais força e apoio na comunidade local”, explica Adelaide Órfão.

Não há dúvida que amamentar oferece mais oportunidades para que mãe e filho se olhem mais vezes e para que consigam ter uma linguagem perceptível aos dois”, acredita a responsável pela Mama Mater, e diz ainda que é também um bem para a família.

A mãe tem menos depressão pós-parto. E do ponto de vista do pai, a grande maioria, é a favor de que as suas mulheres amamentem, pois sentem que os bebés ficam bem entregues se tiverem a oportunidade de mamar o leite da sua própria mãe”, adianta Adelaide Órfão, e conclui que o bebé fica efectivamente mais apto, “com as suas competências desenvolvidas e operacionalizadas”.

terça-feira, 13 de abril de 2010

As Sentinelas do Nosso Corpo - Parte 3/3

Esta é a ultima parte da série - O Corpo Humano e que diz respeito ao Sistema Imunitário.

Parte 3/3 .

Ah! E quantos de nós não nos iremos rever nesta série que, tendo muitos anos, está FANTASTICAMENTE actual.

Ah! É verdade. Gostaram?



As Sentinelas do Nosso Corpo - Parte 2/3

Esta série - O Corpo Humano - é realmente ESPANTOSA.

Parte 2/3 sobre o Sistema Imunitário.

Ah! E quantos de nós não nos iremos rever nesta série que, tendo muitos anos, está FANTASTICAMENTE actual.

As Sentinelas do Nosso Corpo - Parte 1/3

Esta série - O Corpo Humano - é realmente ESPANTOSA.

Parte 1/3 sobre o Sistema Imunitário.

Ah! E quantos de nós não nos iremos rever nesta série que, tendo muitos anos, está FANTASTICAMENTE actual.



segunda-feira, 12 de abril de 2010

Disfunções e Deficiências do Sistema Imunitário

Uma das características mais importantes do sistema imunitário é a capacidade de reconhecimento do próprio frente ao estranho.

Esta capacidade é conhecida como tolerância.
Quando o sistema imunitário age de modo incorrecto, por defeito ou por excesso, a tolerância está afectada e aparecem diferentes tipos de doenças, como:

  • A auto imunidade, na qual o sistema imunitário identifica como estranhos as próprias células do corpo, por ex.: psoríase, esclerose múltipla, lúpus eritematoso, etc. ...

  • As imunodeficiências produzidas pela falta de actuação do sistema imunitário. Primárias ou congénitas que produzem uma alteração genética derivada da produção defeituosa de linfócitos tendo como ex. a Imunodeficiência Severa Combinada (SICS) e secundárias ou adquiridas que podem aparecer ao longo da vida de qualquer pessoa como consequência de infecções viricas por ex. HIV/Sida ou por lesões graves do sistema: má nutrição, abuso de drogas ou doenças como leucemia ou por tratamentos médicos, como a quimioterapia.


  • A hipersensibilidade é uma disfunção do sistema imunitário que produz uma resposta imunitária frente a uma substância inócua como por ex., o pólen os ácaros do pó, etc. … e a reacção que se produz é conhecida como alergia ou hipersensibilidade como a asma

domingo, 11 de abril de 2010

O que é o sistema imunitário?


O sistema imunitário é uma rede complexa de órgãos e células que têm como objectivo comum preservar a nossa saúde e bem-estar.
O seu bom funcionamento determina geralmente se uma pessoa está saudável e enérgica ou se pelo contrário é mais propensa a adoecer e a estar debilitada.
O sistema imunitário proporciona-nos imunidade ou capacidade para resistir, combater e inclusive, conseguir derrotar e eliminar o "inimigo invasor", protegendo-nos contra germes e microrganismos que connosco convivem de forma quotidiana e que podem ser grandes causadores de doenças, como também das nossas próprias células que por vezes se transformam em malignas ou cancerosas.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Factores de Transferência - História e Investigações



Há mais de uma década que a 4Life lidera e dirige a indústria na descoberta e na inovação de suplementos para o sistema imunitário.


Mas como é que tudo isto começou?

Em 1949, o Dr. Sherwood Lawrence descobriu uma substância revolucionária e determinou que uma resposta imunitária melhorada podia ser transferida de um indivíduo recuperado de uma doença específica para outro indivíduo receptor que nunca tivesse tido essa patologia. O Dr. Lawrence denominou essa substância como factor de transferência.

Em 1996, o Director Geral Executivo da 4Life, David Lisonbee seguindo as investigações do Dr. Lawrence, teve conhecimento de uma patente para a extracção dos factores de transferência.

Em 1998, a 4Life obteve a patente para extrair os factores de transferência do colostro bovino.

O colostro, é o primeiro leite que uma mãe ou fêmea mamífera produz imediatamente após dar à luz. Desde tempos remotos e em diferentes civilizações como, por exemplo a Indiana, a medicina ayurvédica (é conhecida como a mãe de todas as medicinas), valorizava e utilizava o colostro como prevenção de maleitas e doenças.

Nos anos 50 foi baptizado como "o leite imunizante" e foi utilizado como antibiótico natural antes do descobrimento da penicilina. Nessa mesma década fizeram-se mais investigações sobre as propriedades do colostro e descobriu-se que os bebés amamentados com leite materno tinham um melhor desenvolvimento e sofriam menos alergias e infecções, por isso os pediatras insistem sempre em recomendar a lactância materna para proteger os recém nascidos proporcionando-lhes imunidade passiva ao mesmo tempo que os nutre. O Dr. Albert Sabin, descobridor da vacina da poliomielite, recomendava o consumo de colostro pelo seu conteúdo rico em anticorpos O Dr. Bernard Jensen, médico e investigador científico, denominou-o "o ouro branco" pelas propriedades tão saudáveis que descobriu nas suas investigações.

Em 2001, a 4Life estabilizou os factores de transferência para uso tópico (4Life Transfer Factor Renew All) e assim ampliou a acção benéfica dos factores de transferência actuando directamente através da pele. A partir desta nova forma de proporcionar ao sistema imunitário os factores de transferência, a 4Life concentrou-se ainda mais para melhorar as suas fórmulas.

No ano 2003 adquiriu a patente para a extracção dos factores de transferência da gema do ovo da galinha. A nossa empresa descobriu que as aves transferem a informação imunológica através dos factores de transferência contidos nas gemas dos ovos.
Qual foi a razão para a 4Life utilizar os factores de transferência do colostro bovino e das gemas dos ovos das galinhas e não das outras espécies de animais?

Porque são completamente seguros e porque as vacas e as galinhas vêem-se obrigadas a desenvolver sistemas imunitários heróicos. Vivem sobretudo no exterior, comem no chão, bebem águas insalubres, suportam diversas condições ambientais e os desafios da vida comunitária. Estas condições expõem-nos a diversos germes, bactérias e vírus contra os quais o seu sistema imunitário deve lutar e mais tarde recordar para defender a sua saúde. É a natureza heróica dos seus sistemas imunitários, necessária para a sua sobrevivência, que os converte em doadores ideais dos factores de transferência.
São as duas fontes de factores de transferência mais abundantes e segu­ras, e como estas moléculas não são específicas para cada espécie, podemos beneficiar do conhecimento utilizado por estes animais durante as suas vidas para transferir informação das suas células imunitárias para as nossas e o melhor de tudo isto é que combinadas oferecem o maior leque de protecção imunitária que alguma vez se podia imaginar!
Em 2007, David Lisonbee e a sua equipa de investigação da 4Life conseguiram descobrir e isolar umas moléculas, ainda mais diminutas que os factores de transferência e, que os cientistas sempre souberam que existiam no colostro mas que nunca tinham determinado se tinham alguma actividade imunitária, as nano fracções ou nanofactors.

Na 4Life analisaram-se e determinou-se o seu potencial para reforçar o sistema imunitário.
As nano fracções são moléculas de baixo peso que se encontram no sistema imunitário de alguns mamíferos (no homem também existem) e aves. Funcionam como parte da rede de "comando e controlo" do sistema imunitário. Os factores de transferência e as nano fracções transferem a memória imunitária, conhecimento e sabedoria de uma entidade para a outra. O NanoFactor é o extracto de patente solicitada da 4Life das nano fracções do colostro bovino.

Com a intuição natural das nano fracções, as suas células sabem quando agir, como agir e quando descansar. Por si sós, o 4Life Transfer Factor e o NanoFactor dão uma poderosa ajuda, mas o verdadeiro benefício obtém-se quando se combinam na fórmula do 4Life Transfer Factor Tri-Factor.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Doenças Auto-Imunes. O que são ?



Auto-imunidade é a falha em uma divisão funcional do sistema imunológico chamada de auto-tolerância,o que resulta em respostas imunes contra as células e tecidos do próprio organismo.


Qualquer doença que resulte deste tipo de resposta é chamada de doença auto-imune.

Exemplos famosos incluem a diabetes mellitus tipo 1, lúpus eritematoso sistémico, síndrome de Sjögren, tireoidite de Hashimoto, doença de Graves e artrite reumatóide.

São doenças que surgem quando a resposta imunitária é efectuada contra alvos existentes no próprio indivíduo.
Respostas auto-imunes são frequentes, porém transitórias e reguladas. A auto-imunidade como causadora de doença não é frequente, uma vez que existem mecanismos que mantêm um estado de tolerância aos epitopos do próprio organismo. As doenças auto-imunes têm etiopatonogênese complexa e multifactorial.

Informação retirada do site do NEDAI (Núcleo de Estudos de Doen­ças Auto-imunes )

Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) - O que é ???

Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) é uma doença crónica inflamatória de causa desconhecida, que apresenta modificações importantes no sistema imunológico da pessoa.

Na verdade, alguém que tem LES, desenvolve anticorpos que reagem contra as suas próprias células sadias, podendo afectar principalmente órgãos como a pele (lesão em forma de borboleta na área nasal), coração, pulmão, rins (insuficiência renal crônica) etc., além das articulações. As mulheres são as principais vítimas da doença.

A Medicina Integrativa considera LES, uma doença degenerativa relacionada, portanto, com a acumulação de Radicais Livres no organismo.

Os sintomas variam muito em cada paciente e vão desde febre, cansaço, perda de apetite, dores musculares e manchas vermelhas na pele, até danos em órgãos vitais. O diagnóstico é feito com exames clínicos e laboratoriais.

Para quem tem dúvida se é ou não portador de Lupus, algumas questões podem ajudar.

É importante ficar atento a dores ou inflamações nas articulações por mais de três meses, pequenas inflamações na boca ou nariz por mais de duas semanas, entre outros indícios.


De qualquer modo, a visita ao médico é de extrema importância para um diagnóstico mais preciso. A Pesquisa de células LE e Fator Anti-Núcleo são exames de sangue decisivos para confirmação.
Infelizmente, não há um remédio específico para o Lupus e o tratamento convencional envolve uma série de medidas, entre medicamentos (Corticóides) e normas para que se viva bem.

Mas nem a cura nem mesmo a melhoria de sintomas é garantida.